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domingo, 22 de agosto de 2010

Uma Pequena Miss Sunshine

Mais um post que começo com uma pergunta.
Quem em toda sua existência se sentiu como a pequena Olive do filme A Pequena Miss Sunshine?
Eu sim. Risos.
Sem saber o que espera mas com um único desejo e sonho... Vencer, a princípio, mas sua vitória foi além do que todos naquele lugar esperavam. Não por uma simples apresentação ou até mesmo mirabulosa coreografia, mas pela ingenuidade e simplicidade pela qual a mesma era dotada. Mesmo diante de sua frustração perante pessoas que apenas enxergaram o belo exterior tornou-se vencedora por colocar em prática tão simplesmente sua beleza escondida por trás de seus grandes óculos e lindo sorriso. Creio que a união de todos os seus familiares em ajudá-la a se sentir melhor é a força que muitas vezes encontramos em nosso cotidiano em amigos, palavras afáveis que nos motivam a seguir em frente e lembrar apenas das boas coisas que passaram diante de nossos olhos e gravadas em nossos corações como a fantástica Kombi amarela que nos leva todos os dias a lugares não premeditados e faz-nos valorizar em nosso íntimos não permitindo que ninguém brinque com nossos sentimentos, sonhos e ideais. Apenas seguir em frente deixando nossas dores e colhendo inúmeras alegrias mesmo longe de tesouros que deixados mas que permanecem em nossos corações como uma flecha que acerta o alvo... Para sempre... Seguindo... cada vez mais adiante... simples assim....
quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Coisas da vida...


O que dizer de palavras jogadas ao vento, de sentimento calcados pelos outros, do silêncio torturante e de um mau querer?
Sentimentos dominam cada vez mais os mais sensíveis e em contrapartida alimenta os duros de coração. Sentimentos que deveriam servir para cativar como o Pequeno Príncipe perdem-se em troca de um capitalismo destroçador e que deixa sua marca por onde passa. Marca esse de desesperança e desamor. Mas tudo isso deve ter um gosto sutil e doce no final, pois, se não fosse desse jeito não cresceríamos em nosso interior e nos tornasse uma fortaleza que certamente servirá para alguém algum dia, nem que seja para projetar uma sombra, para sentir lágrimas escorrendo sobre si ou até mesmo para dividir, distanciar um tesouro que daremos valor apenas após perder toda a riqueza que existe em seu interior. Caminhar sozinho é doloroso e quando digo sozinho é no sentido literal da palavra, aqui nesse plano. Querer gritar, sair correndo, ser invisível ou simplesmente desaparecer é vontade de muitos diante de tantas atribulações mas de que nada adianta... resta apenas caminhar de cabeça erguida para que você posso enxergar algo, um ponto, alguém que esteja simplesmente ali ou acolá, na esquina, no trabalho, na rua, na vida. me vejo como num campo de trigo onde por mais bela paisagem que se tenha, de nada serve pelo fato de não estabelecer nenhuma relação com algo que porventura pudesse-me alegrar por uns instantes. Dor é dor e pronto, tem como remediar mas não como esquecer... Simples como um beija-flor que paira cada segundo em uma flor para sorver o doce néctar e satisfazer aquele pequeno ser, delicado, pequeno mas que persiste dia-a-dia em viver...

Apenas para divertir um pouco

sábado, 14 de agosto de 2010

Mágicas Acontecem.... Eu ainda acredito...

Alguém me disse

Desabafo...


Por que algumas vezes nos bate um sentimento de que mesmo em meio a tanta gente parece estarmos só?
Creio que pelo fato da busca de algo, como já mencionado em posts anteriores, e somados à tantas atribulações do cotidiano deixam muitos cabisbaixos e com aquela sensação de querer desaparecer. A dúvida, o medo de ousar, o parecer ter algo e ao mesmo tempo não tê-lo é como um grande armazém a noite, sem centelha alguma de luminosidade, sem saber o que pode ou não existir. O que relato agora é uma mistura de sentimentos, decepções e dúvida de o que fazer, como agir. A vida não é difícil e tenho compreensão disso, mas as caixas de surpresas nas quais tropeçamos, essas sim exigem um determinado domínio para que consigamos nos sair bem. Quando digo em crer ter algo mas não pertencer a você, me remete a pensar que não exercemos poder nenhum sobre toda e qualquer circunstância e confesso que adoraria se fosse diferente... É a pior sensação, dá uma idéia de impotência, você querer, parecer ter mas de repente lá se vai com um frágil e lindo dente-de-leão que é levado sabe Deus para onde com a brisa no final da tarde em pleno inverno ensolarado e quando se vai nos retoma o vazio e a saudade de algo que por muitos anos foi cativado, talvez não da maneira que seja correta aos outros, mas que particularmente foi de coração e da melhor maneira possível. Tenho saudades de amar de verdade, amor louco, daquele que dá vontade de sair gritando para os quatro cantos, de sair à chuva, de sair sem rumo e sem preocupações... Olhar para o teto é o que eu faço agora... Sem sono, sem vontade de dormir e pensando nas formas semelhantes a coisas reais que os nós do pinos do teto podem formar. Olhar para o nada e não conseguir organizar os pensamentos é algo que anda acontecendo com frequencia mas confesso que não sei porque ou até saiba mas não queira admitir e assumir quão levianos e traiçoeiros podem ser esses pensamentos, que no fundo podem e tem seus fundamentos. Espero compreendê-los. Cada vez mais as coisas tornam-se distantes, porém outras próximas mas como é difícil deixar de velhos hábitos e substituí-los por outros. Trocar sentimentos por outros e assim por diante. Enfim... Um dia para refletir, desabafar, gritar e esquecer do mundo a volta... Só me sinto cansado... Espero que entendam meu desabafo.... Beijão à todos... Simples assim...